Ceres utiliza cruzamento avançado de plantas e biotecnologia para desenvolver novas características para plantação de produtos energéticos, tais como tolerância à seca e à salinidade, uso mais eficiente de nitrogênio como fertilizante e, no sorgo sacarino, maior produção de TSR (açúcar total recuperado).
A Ceres tem desenvolvido mapas genéticos detalhados do sorgo e de outras cultivares. Isso nos permite acompanhar características importantes como resistência a certas doenças e nível de açúcar no nível do DNA da planta.
Na prática, os pesquisadores da Ceres detectam milhares de pequenas diferenças nos genes das plantas de sorgo que tem mostrado características importantes. Tendo conhecimento do potencial e da localização dos genes nos cromossomos dessas plantas faz com que os profissionais consigam identificar mais facilmente as plantas que apresentam uma maior promessa no cruzamento. Esse tipo de mapeamento genético diminui muitos anos no processo de desenvolvimento de um produto.
Nossas buscas dessas características começaram há 10 anos, quando a Ceres deu início a um dos maiores e mais bem sucedidos projetos de seqüenciamento de DNA vegetal, descobrindo genes e determinando suas funções. Os genes mais promissores foram primeiramente testados num método de crescimento acelerado em variedades de arroz nos Estados Unidos e na China, sendo testados mais tarde nas plantações voltadas à produção de energia como o sorgo e switchgrass. Esse processo de duas etapas é mais eficiente e leva a uma melhora dessas plantações, assim com uma aceleração na obtenção de novas cultivares.
Nós antecipamos nossos sorgos híbridos com características de biotecnologia para oferecer substancialmente maior quantidade de açúcar e produção de bagaço, assim como maior tolerância a insetos, seca, frio, salinidade e outros estresses.